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bem vindo e bem vinda. este é um labirinto herege: um desafio para medir a astúcia de quem me visita; um convite à exploração sem mapas e vista desarmada. aqui todas as direções se equivalem. as datas das postagens são irrelevantes. a novidade nada tem a ver com uma linha do tempo. sua estrutura é combinatória. pode começar de onde quiser. seja de uma imagem, de um texto, de um vídeo ou mesmo de uma música. há uma infinidade de escolhas, para iniciar a exploração, para explorar esse território e para finalizá-la. aproveite.

s0br3 o ep “O EstrAtAgEmA dA ArAnhA” do cIbErpAjÉ

rEsEnhA s!nÉrg!cA s0br3 o ep “O EstrAtAgEmA dA ArAnhA” do cIbErpAjÉ
l[É]0_[A]m[A]nt[E]:|:d[A]:|:h[E]r[E]sI[A]



numa certa estação espacial desabitada há séculos, foram encontrados fragmentos de um estranho diário de bordo. quase indecifrável. sua estranheza vinha do fato de que nele, as coordenadas eram registradas por meio de notações musicais. criptografia auditiva…

fragmentos 1:
curioso campo gravitacional chuvoso (…) a marcha se dá em função de sua massa (…) diâmetro estimado: 30,857 x π (…) tênue atmosfera de fome (…) metal líquido vermelho e pulsante (…) o som de centenas de ícaros-muscidae, ícaros drosófilos, ecoam naquele poço sem fundo (…) 7,9 kpc.

fragmentos 2:
estimativas de pulsação (…) distantes plataformas inferiores (…) equipe de manutenção (…) algum nível superior (…) dimensão de um grande asteroide (…) tripulação (…) começam a afetar nossa noção de tempo (…) plataformas adjacentes (…) uma voz de estrutura curvilínea de forma finita!

fragmentos 3:
chãos e tetos recuam às nossas costas (…) curta duração da jornada (…) um vazio exponencialmente (…) uma medida da vontade (…) ambição: contratemporal (…)

fragmentos 4:
correntes desacoplam do ônibus espacial (…) placas de plasma raspam no casco (…) pedras de vidro sideral (…) vermelho e doce (…) errante, perdida, sem regulação fiscal (…) registros de naves, úmido como o (?) silêncio do rádio (…) lentidão espacial, sobrevivência nuclear (…) o mesmo sabor que o cosmos (…) eminente des-sobrevivência (…) retornam o eco de ícaros drosófilos sobre mim!



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